Preso nas redes do conhecido
dito fruto morfado
apegado ao piso
na pútrida lama
dos salões de ouro.
E o que era fio
vira nó
vai ao pó.
Entre ausências,
um caminho só.
Fim ao brilho do metal,
apenas pelo ato
de não mais estar.
-
Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 4 de setembro de 2026 08:33
- Categoria: Surrealista
- Visualizações: 2

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.