O ônibus, dentro,
Uma série de trabalhadores cansados,
Do dia anterior de luta.
Alguns cochilam
Sobre o banco.
Pendem a cabeça
Sobre o peito
Até que chegue o destino longínquo.
O barulho do motor do carro
E o chiado dos pés
Dos outros passageiros
Que sobem e descem,
São os únicos sons que ouvem.
A vida nesse vai e vem,
Não permitem outros sons.
-
Autor:
Ivam de Melo (
Offline) - Publicado: 3 de setembro de 2026 17:21
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.