Amar-te-ei com todas as minhas forças
Com todos os meus delírios
Delírios, porque te quero, delírio sendo meu martírio
E, ainda sim, não se compara as outras
Outras flores que não exalam que tu serenamente será
Antes eu fora desconhecido dessa formosura
Quem sabe, não estaria perdido pelos teus dentes
Não essa vontade de por um filho no seu ventre
Não essa perda de postura
Talvez eu seria eu em outra era
Atualmente, escuto um coração desesperado
Das minhas sinceras palavras que lentamente chegam
É tão alto que próximas gerações ouvirão e virão
Irão ver meu amor no teu, fincado
Como um ato amargo que no futuro terá
Mas, indagavelmente, arde
O que é ridículo, a se pensar
Como alguém pode tanto amar?
Queima como o gelo puro, que no gelar, tarde
Esse sentimento, não posso apartar
Lhe amo, finalmente
Sem mais delongas, amo-te
Avante!
Te amo, especialmente
E amar-me, fará?
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Autor:
Emalyn (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 2 de setembro de 2026 21:00
- Comentário do autor sobre o poema: Esse poema não possui sentido de teor sexual e as palavras escritas incorretamente são propositais.
- Categoria: Amor
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Empth, Michel F.M.
- Em coleções: Coleção de poemas esculpidos.

Offline)
Comentários1
Nossa, os poemas realmente se escrevem sozinhos! Senti como se fosse eu falando com a pessoa que eu gosto! Me indentifiquei muito, e guardarei esse poema com carinho.
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