Sei, por esses versos que escrevi,
que há algo de que me esqueci.
Se foi a árvore que descrevi,
pode ter sido a sua raiz,
do caule, talvez, uma cicatriz,
das flores, o meu nariz.
Sei que assim o fiz,
incompleto, fui muito rápido.
Possivelmente estivesse feliz,
e isso não se guarda no bolso,
escrito, solto no vento,
balançando nas redes.
Feliz!
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Autor:
Francisco Queiroz (Pseudónimo (
Online) - Publicado: 1 de setembro de 2026 12:48
- Comentário do autor sobre o poema: É sendo incompleto que a gente se encaixa, ou tenta. Quando dá, pode até ser que sejamos felizes...
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 6
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua
- Em coleções: Naruteza, Silêncios.

Online)
Comentários2
Parabéns pela poesia, gostei muito do fechamento que é muito bom: “Feliz!”
Eita, santa inspiração que até trepado em cima de uma arvore, não nos falha.
Bravos, ficou porreta de bom.
Da rede, toda vez que me da vontade de se embalançar, esfomeado esta na rede.
Presado Amigo Francisco diga para mim que você quer mais um gato, que na mesma hora o despacho como carga viva para ai.
Abraços a turma.
Apegaua
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