Sei, por esses versos que escrevi,
que há algo de que me esqueci.
Se foi a árvore que descrevi,
pode ter sido a sua raiz,
do caule, talvez, uma cicatriz,
das flores, o meu nariz.
Sei que assim o fiz,
incompleto, fui muito rápido.
Possivelmente estivesse feliz,
e isso não se guarda no bolso,
escrito, solto no vento,
balançando nas redes.
Feliz!
-
Autor:
F. Queiroz (Pseudónimo (
Online) - Publicado: 1 de setembro de 2026 12:48
- Comentário do autor sobre o poema: É sendo incompleto que a gente se encaixa, ou tenta. Quando dá, pode até ser que sejamos felizes...
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 21
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua, Michel F.M.
- Em coleções: Naruteza, Silêncios.

Online)
Comentários2
Parabéns pela poesia, gostei muito do fechamento que é muito bom: “Feliz!”
Obrigado pela visita, Morlock
Abraço
Eita, santa inspiração que até trepado em cima de uma arvore, não nos falha.
Bravos, ficou porreta de bom.
Da rede, toda vez que me da vontade de se embalançar, esfomeado esta na rede.
Presado Amigo Francisco diga para mim que você quer mais um gato, que na mesma hora o despacho como carga viva para ai.
Abraços a turma.
Apegaua
Rapaz, o gato aqui de casa é sistemático, quase um ditador, não ia dar certo, e se faz amizade com o esfomeado tô lascado... Melhor que fique com o amigo, e depois vc ia sentir saudades...
Obrigado pela leitura e amizade
Um abraço pra todos aí
Bom dia Amigo.
Só te pedi para que fique com esfomeado, por que afinal os amigos e que oferecem o ombro para que se chore.
Não a de que, ainda amanso um rato do mato para ser meu animal de estimação.
Abraço para essa turma boa dai.
apegaua.
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