A manhã é um mármore
onde a pressa naufraga.
O eco necessita de parede
ou acumula-se
no não-sido
do dia.
Aplaina-se a tarde.
Dobra-se a carne.
O tempo não passa — pisa.
Acaba mais um.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 31 de agosto de 2026 11:23
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2

Offline)
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