Molhado dentro da jaqueta,
com muda presença desisto, desinsisto de saber o teu jargão.
Pobre jangada de papelão largada ao céu
no fundo do oceano
peneiro o sol ao te rever,
ao me reter,
a me moer do penico faço vaso florido
de pinicante vida.
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Autor:
[email protected] (
Offline) - Publicado: 30 de agosto de 2026 13:41
- Comentário do autor sobre o poema: Penico
- Categoria: Não classificado
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