as flores do alto
desacordadas no chão
tinha um olho no asfalto
e o seu cu, na mão
na cabeça de vento
os cabelos de algodão
no pé em ‘sofrimento’
uma meia estação
um corte no saco
e dois grãos de feijão
uma catinga de sovaco
e ares de enrolação
um susto de morte
e a placa de contramão
foi outra noite de sorte
ou a vida em recitação?
-- esse poema foi publicado em meu blog pessoal (https://antoniobocadelama.blogspot.com/) em 28/08/25 –
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Autor:
Antonio Luiz (
Offline) - Publicado: 28 de agosto de 2026 14:26
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
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