Se fez rotina repentina,
Repetida rotina repetida,
Repentina, todo dia.
Todo dia repetia,
Essa vida serpentina,
A rotina, repetida.
De quando em quando
Cantarolava,
soltos versos
Em plenitude.
os tempos áureos
Dos sonhos vivos,
de ser cantora
Na juventude.
Foi uma estrela
que sibilou,
Tua potência
escancarada,
Foi embrulhada
para viagem.
O teu talento
foi pra si mesma,
Tua plateia
foi teu espelho,
Os teus aplausos
estão à margem.
Incendiária, atiçadora,
de tantas brasas,
Acolhedora.
Entre estas botas
e os teus punhos,
ela foi asas,
A Voadora.
[B.M.F. Margoni]
-
Autor:
Michel F.M. (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 27 de agosto de 2026 05:31
- Categoria: Fantástico
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.
- Em coleções: Poesia Pandêmica.

Offline)
Comentários1
Espero que ela continue a sua viagem; Pode ser que me cruze com ela e toque no véu do seu vestido, ao de leve .... Obrigado pelo poema.
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.