E essa cova que é minha prisão
quatro paredes
remoendo o presente
esse passado infuriante
e aquele futuro ausente
há algo que não consigo explicar
soluções simples
problemas complexamente não identificados
procurei pela calmaria meio tempestade
ela veio junto com sua frieza
se não há vento não há momento
me empurra para longe
sou jangada aparelhada
em mares calmos e não vejo nada
não há ilha destino ou barco amigo-vizinho
a quietude me assusta
faço a paz com o destino
aceito ficar a deriva
no outro momento me desespero
arranco meus cabelos
quero morrer afogado
eu grito e experneio
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Autor:
nekodemos (
Offline) - Publicado: 26 de agosto de 2026 08:25
- Comentário do autor sobre o poema: incompleto, não irei corrigir e fds. sobre a angustia e desespero e não poder fazer nada
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 1

Offline)
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