Agora não,
logo...
quem sabe;
Se soubesse,
logo diria
que não agora,
que sei.
Passam dias,
vêm noites;
Vão dormir,
venho amanhã;
Se puder...
Anos idos;
Foram-se os dedos,
ficam anéis;
De que servem
senão para outros
dedos que partem.
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Autor:
ondavida amar (
Offline) - Publicado: 25 de agosto de 2026 10:57
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 36
- Usuários favoritos deste poema: Jcosta., Michel F.M.

Offline)
Comentários1
A coisa, pode ser bonita ou feia, Mas quando nasce no interior, se prestarmos atenção a de se notar os reptícios de verdade.
Parabéns pelo dito.
Ficar bem.
JCOSTA
Obrigado pelas as suas palavras, JCOSTA. Saber que a essência do poema chegou até si com essa verdade, me recompensa muito. Parabéns também pela sua bela reflexão. Tudo de bom!
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