Entre todos os tons existentes no mundo, temos o preto, o branco e as variações de cinza. Mas por que escolhemos os extremos — preto e branco — sem pensar nem mais um segundo?
Sendo os tons de cinza até mais belos e divinos, eles não são claros demais e nem pouco escuros. São na medida certa, representam a média que liberta, por serem puros.
Poucos de nós teremos a capacidade de possuí-los, e, mesmo assim, procuraremos seus tesouros.
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Autor:
BXXX (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 24 de agosto de 2026 11:46
- Comentário do autor sobre o poema: Esse poema nasceu de uma crítica que faço a mim mesma e ao mundo: a de vivermos sempre nos extremos — o preto e o branco — em nossas crenças, atitudes e comportamentos. Ora amamos demais, ora odiamos; ora somos pacíficos demais, ora tomados pela raiva e pelo desprezo. É um convite: a não viver nos extremos, a escolher os tons de cinza, a não ser radical, a buscar a medida certa entre todas as coisas no mundo.
- Categoria: Reflexão
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Offline)
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