"Fiz-te ver o meu sangue escorrer entre mil cortes,
tal qual tu me imploravas para parar.
Eu me pergunto: quantas vezes já não te fiz sofrer?
Quando eu estava prestes a cair no meu próprio abismo,
tu me abraçaste e mantiveste-me desperto em teu seio.
Ao ver-te chorar por desgosto a mim,
não pude evitar contorcer-me.
Tentei melhorar por ti, por eras,
mas em vão foi, apenas te trouxe mais males.
Agora vejo-te amordaçada e calada,
guardando os meus segredos do resto do mundo,
enquanto tu agonizas só,
com os teus pensamentos e os meus próprios demónios
a sussurrar-te fundo na cabeça."
-
Autor:
Nao (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 24 de agosto de 2026 08:25
- Comentário do autor sobre o poema: de mim: para a mulher que me deu a vida.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.