destruí quem eu era para esquecer de mim.

pseudohumanoexistencia

A arte de amar e coisas inuteis

como tudo que se perde 

purificado com fogo 

se queimo por não ser santo 

o que resta de mim 

aponto; a condradição 

sou o que resta 

ou remove o que sou me deixando com oque transparente 

apontam: "Diamante brilhante, puro, radiante" 

era esse o objetivo, me queimar em fogos ardentes 

se so me restarem cinzas e nada mais

querem que eu retorne como fenix 

 

Não canto protestos contra o que é feito comigo 

se me protesto me entristeço 

rebelde de quem não conheço

afirmo que ja não sou eu mesmo 

 

fui picado e envenenado 

e eu corri em direção ao ferrão 

"o amor enganado é o pior dos venenos"

enganei meu outro eu dizendo que eu amava

sofri por ele 

e ele me poupava das verdades que não percebia 

quando ele me dizia, eu escolhia ignorar 

e caminhando pra frente o meu outro eu alem do eu poupador 

sofria em silencio 

em algum momento eu destruia todos eles num diluvio de lagrimas

nascia  de novo e era como criança 

esse novo espirito era fragil e eu tinha medo 

o matava e matava 

corria para a escuridão e esperimentava 

"te deixarei em solidão ate que tu eloqueça, criança amaldiçoada"

diziam todos que meus outros eu experimentaram

não viam que eu nasci de novo 

mas em solidão, eu mesmo que neguei aquele criança nascida 

a abandonava e abandonada eloquecia 

 

  • Autor: shun (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 23 de agosto de 2026 09:46
  • Comentário do autor sobre o poema: esta incompleto e não irei corrigir
  • Categoria: Conto
  • Visualizações: 6
Comentários +

Comentários1

  • Shmuel

    O poema reflete uma transição dolorosa entre a busca por um amor idealizado e a constatação de que a maior violência sofrida foi a própria fragmentação e rejeição da sua vulnerabilidade.

    Abraços



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