braços abertos você girava
como hélice de helicóptero,
como fruto do pau-formiga,
e eu a chamava de amiga,
mentiras da minha língua,
amizade estava à míngua,
já havia germinado o amor,
num ritmo derretido,
formigavam sentimentos açucareiros,
querendo habitar o interior
do coração, pote vazio
no canto do peito,
mas de repente você parou,
a flor do helicóptero murchou,
desembarcando a esperança,
caminhando para o abismo,
longo declínio.
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Autor:
LASANA LUKATA (
Offline) - Publicado: 22 de agosto de 2026 11:21
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5

Offline)
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