Fiz uma fôrma,
adequei-me a ela.
Como o vidro
que se dobra ao fogo,
não o sopro que o transforma.
Desenhei em mim contornos:
dentro, o fogo guarda a forma;
fora, a tempestade carrega pedras.
-
Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 21 de agosto de 2026 10:52
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 1

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.