Vergência ou divergência, livrai-nos, pois, deste véu.
O ardor queima a carne e a dor faz chorar.
Entre os ardis da vida, quisera jamais provar desse mel.
Perversa singularidade, lograr faz sangrar.
Repete, repete e repete a estupidez posta em fel…
Sem jamais escapar.
Crisálida de carne, sangue e ódio,
romper-se-á?
Tudo já se fez e se foi.
Pode ir sem encarar?
Para passar, tem de doer;
sem doer, não vai curar.
E se romper, que restará?
A vida repetida se repetirá,
até tu concretizar.
Indo onde ninguém foi, sem razão para encontrar.
A vergência na divergência,
para se dominar,
sem se perder na aparência do mundo a vacilar.
Na realidade irreal, inaceitável de se vagar.
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Autor:
Marcelo Miranda Velten (
Offline) - Publicado: 18 de agosto de 2026 22:00
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
Comentários1
Belas palavras! Ótima noite, poeta! Abraços poéticos!
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