Estraçalhei o espelho,
na calçada de cacos
ergui uma fenda.
A engrenagem da ampulheta
agora range ao relento,
um osso de luz
reaprendendo a sustentar
a própria sombra.
-
Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 17 de agosto de 2026 08:45
- Categoria: Surrealista
- Visualizações: 1

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.