última dança

coruja

Assim foi nosso querer, nosso viver e o nosso amar.
Se por para bater de reveridea que seja na quarta, quarto quartos de milha a dentro de nosso lar.
Entre ginetes e gineteadas te conheci nessas pistas de trova, prosa e falarte, de meus sentimentos, sentidos e compreendido.
Cair, caindo de te amar, ò nobre rosa, caindo de te amar e imaginar um futuro, sem ser no escuro, mesmo que nesse finzinho de mundo, sem me sentir sozinho nesse mundo.
Ainda viverei mesmo que parta, meu amor viverá mesmo depois dessa navalha.
De ginetiadas em batalhas eu sigo com meus dias, más tenho que partir, à coisas a serem ditas e resolvidas.
Então, me dá direito a essa última dança?



12/08/26

  • Autor: coruja (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 13 de agosto de 2026 17:52
  • Categoria: Amor
  • Visualizações: 0


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