OH, ECOA MEU GRITO NA NOITE SOMBRIA,
SUPLICANDO SOCORRO NESTA SOLIDÃO,
EM UM MUNDO DE DOR, ONDE A ALMA ARDIA,
IMPLORO POR ALÍVIO, MAS TUDO É EM VÃO.
PERDIDO NAS TEIAS DA ANGÚSTIA E DO MEDO,
CLAMO POR UMA MÃO QUE POSSA AMPARAR,
MAS SÓ ENCONTRO O ECO DO MEU PRÓPRIO DEGREDO,
NUM TRISTE LAMENTO QUE SE PERDE NO AR.
CADA SUSPIRO É UM GRITO SUFOCADO,
CADA LÁGRIMA, UM SILENCIOSO MAR DE DOR,
NUM SILÊNCIO CRUEL, SOU ABANDONADO,
SEM NENHUMA ESPERANÇA, SEM NENHUM AMOR.
E ASSIM, NA PENUMBRA DA MINHA EXISTÊNCIA,
PERMANEÇO PRESO EM DESESPERO E AGONIA,
SEM ENCONTRAR A TÃO SONHADA CLEMÊNCIA,
NESTE MUNDO QUE ME CONSOME, DIA APÓS DIA.
NÃO HÁ FINAL FELIZ NESTA TRISTE APLICAÇÃO,
APENAS A RESIGNAÇÃO DE UM CORAÇÃO PARTIDO,
QUE NO SILÊNCIO DA NOITE VIRA SOLIDÃO,
ATÉ QUE O ÚLTIMO SUSPIRO SEJA ENFIM OUVIDO.
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Autor:
Tiny (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 12 de agosto de 2026 11:03
- Comentário do autor sobre o poema: Esse poema significa para mim um desabafo sincero transformado em poesia. É sobre o peso de carregar sentimentos em silêncio e a tentativa de encontrar algum alívio na escrita.
- Categoria: Gótico
- Visualizações: 3

Offline)
Comentários1
Muito bom!
O poema contém elementos marcantes como o ambiente noturno, o desespero egoico, o escapismo pela morte e o tom melancólico e soturno.
Abraços
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