(Lucien Vieira)
Lucien.
Presente.
Minha demão, hoje, portanto, será aplicada com muita aspereza no meu estado de desânimo.
Quero vê-lo fosco — sem brilho, infundado, insugestionado... e dotar a sua exterioridade lastimosa com o meu ar altivo de pura indiferença...
O resto é um enormíssimo foda-se pra ele.
Agora, estou satisfeito.
Posso ir...
Fui!
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Autor:
Lucien Vieira (
Offline) - Publicado: 12 de agosto de 2026 05:46
- Comentário do autor sobre o poema: Prosa poético-filosófica / crônica breve. É um texto sobre assumir o controle diante do desânimo, tratando-o com indiferença, ironia e firmeza. Em vez de combatê-lo, o autor simplesmente o coloca em seu devido lugar e segue em frente.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 1

Offline)
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