Sorriso sem alma
Sinto-me oco
Fantasiando sem coleira
Existe alguém que realmente me anseia?
Uma faísca que me soca
É aquela venenosa calma
Me adoece e depois me beija
Achava que não havia percebido?
Eu sei, sabia quando fingia ver
Já refiz muitas vezes essa cena
Acabe logo com este fracasso de filme
Preciso parar de interpretar esse papel
Não quero mais ser um roteiro sem repertório
Quero olhar para trás e pensar que montei um incrível cenário
Em que eu me pintei
E fui pintado
Cores e amores amontoados
Variados pecados perdoados
Desejo que o viver pare de ser encenado
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Autor:
Magz!!! (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 11 de agosto de 2026 02:12
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
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