Tudo que sou é um cadaver ambulante, as larvas falam por mim

nekodemos

Sentado na escrivaninha

ventilador silencioso, joga ar quente em meu peito

tenho uma pequena sensação de que o vento me atravessa

queria poder culpar o passado e as falsas promessas 

mas a realidade que se apresenta me força a aceitar 

se eu começar a agonizar 

se eu reclamar 

o odio que sinto ira me queimar 

virarei cinzas em frente o computador 

o ventilador ira me espalhar pelo quarto escuro

la fora, faz sol

 

 

  • Autor: nekodemos (Offline Offline)
  • Publicado: 8 de agosto de 2026 13:39
  • Comentário do autor sobre o poema: não irei corrigir. sobre morrer em vida.
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 2


Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.