Ás vezes, paro
Penso e respiro,
Dou outro trago
Lembro da amarga angústia que me cerca
As decisões que tomei
A dor que causei
E assim vou levando
E acho que no fim,
Eu nem sou tão ruim assim
Ou talvez eu seja
Ainda pior do que imagino
Por isso, o cigarro me acompanha
Não me deixa só, de trago em trago
Lembro de quem um dia já fui
Em pensamentos imagino
Talvez isso tudo tenha motivo
Ou já estivesse escrito
E de forma clara
Me sinto desaparecer de maneira mórbida
Não quero ser uma memória,
Nem um pesadelo,
Apenas ir para o lugar que me pertence
O meu próprio Vazio.
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Autor:
liabianco (
Offline) - Publicado: 7 de agosto de 2026 18:43
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
Comentários1
Gostei... me identifiquei.
Parabéns, é um lindo poema!
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