(Lucien Vieira)
Por que não sei...
com certeza,
não sei o quanto sei —
e, muito menos,
é evidente,
o quanto não sei.
Presumidamente,
se não sei
o quanto sei
e o quanto não sei —
o que constitui
o meu inventário
da ignorância —,
isso sugere,
diante
do meu estado
de possibilidades,
que talvez
eu seja
um sujeito
criteriosamente inteligente...
-
Autor:
Lucien Vieira (
Offline) - Publicado: 5 de agosto de 2026 14:03
- Comentário do autor sobre o poema: Poema filosófico-reflexivo. Poema filosófico que reflete sobre os limites do conhecimento humano. O eu lírico reconhece que não sabe medir nem o quanto sabe nem o quanto ignora, concluindo que essa consciência dos próprios limites pode ser um indício de verdadeira inteligência. \r\n
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.