A alma de olhar negro
ergueu-se no cimo da rocha,
fitou o mar bravo,
equilibrou as ondas do pensamento
e tocou a espuma das águas.
Sorriu à solidão,
abraçou o desespero,
aceitou o perder
e tocou a desilusão.
A alma é agora luz,
é esperança bem talhada,
é caminho traçado
de uma vida sonhada.
ergueu-se no cimo da rocha,
fitou o mar bravo,
equilibrou as ondas do pensamento
e tocou a espuma das águas.
Sorriu à solidão,
abraçou o desespero,
aceitou o perder
e tocou a desilusão.
A alma é agora luz,
é esperança bem talhada,
é caminho traçado
de uma vida sonhada.
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Autor:
Ricardo Maria Louro / Káká Louro (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 4 de agosto de 2026 01:27
- Categoria: Ocasião especial
- Visualizações: 4
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Offline)
Comentários1
Adorei!
o poema flui de forma contínua para refletir a cadência das ondas e do pensamento. Uma pequena Odisséia!
Abraços
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