Horizonte não se explica.
Luz não pede permissão.
Moléculas dispersas
rasgam o azul em laranja —
ouro líquido que não dura.
Alguém diz:
todos são iguais;
registra;
não. Assiste.
A cor passa.
O instante não volta.
O céu permanece
sem jamais ser o mesmo.
-
Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 2 de agosto de 2026 14:57
- Categoria: Conto
- Visualizações: 3

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.