A reverberação dos teus passos ainda acendem o corredor,
Como uma estrela morta que recusa apagar-se.
Não há distância que dome o peso deste amor,
nem tempo suficiente para de ti desasnar-se.
Fecho os olhos e o teu rosto é o meu norte,
uma constante gravidade no meu peito vazio.
Pensar em ti tornou-se a minha sorte,
mesmo sabendo que o teu cais mudou de rio.
Giras na minha mente como um satélite fiel,
preso a um planeta que já não queres habitar.
Resta-me o silêncio, a tinta e o papel,
e esta teimosa mania de te continuar a amar.
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Autor:
Naomelina Manave (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 1 de agosto de 2026 12:20
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 37
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua, Naomelina Manave

Offline)
Comentários1
Amei.
Apegaua
Obrigada, poeta.
Eita, ninguém esta te obrigando a nada por aqui não.
Se achegue com mais calma..
Risos. Senso de humor em dia hein.
Abraços
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