Ela é a arte mais difícil de pintar,
ela é a música que jamais consegui cantar.
Ela é o som e o brilho do amanhã
que até hoje admiro.
Para mim, ela é o campo florido de tulipas,
o roseiral bem vermelho.
Ela é os campos floridos do meu coração,
dos quais eu cuido com muita afeição.
As noites estreladas
em que me aventuro nos galopes
que a vida me proporciona,
nos perigos em que outrora me coloco
para ir atrás da salvação.
A ilusão de buscar algo...
O olhar que eu mostro a você,
e que você
jamais verá.
Ela é o verso que me foge quando tento escrever,
a palavra mais bonita que ainda não consegui dizer.
É o quadro que observo sem jamais compreender
como algo tão belo pôde simplesmente florescer.
Originada dos devaneios,
Que nem sequer os próprios anjos
Ousaram sonhar.
Vindo à tona nos poemas
Absurdos, rascunhados em meio
Às madrugadas despertas.
Ela se faz presente
Em todos os pensamentos
Perdidos,
Que nalgum momento,
Me atrevi a pensar.
"Se torne o meu livro proibido,
seja a leitura mais linda da minha vida,
seja a única coisa que eu possua
no limiar desta vida
E, quando enfim me faltar
qualquer palavra para te descrever,
que me reste apenas o silêncio
de quem descobriu, tarde demais,
que algumas obras não foram feitas
para serem compreendidas,
mas para serem eternamente contempladas.
- Autores: patrick silva, Isabelly.B, Michel F.M.
- Visível: Todos os versos
- Finalizado: 16 de agosto de 2026 09:30
- Limite: 6 estrofes
- Convidados: Ayalah Verônica Berg, Julian Yanover, Líria.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 8
- Em coleções: amor.

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