Roguei por tudo de que não precisava:
juventude para a carne que perece,
dinheiro para comprar felicidade,
amor para que fosse eu o validado.
No fundo, como se algo pudesse esconder
d'Aquele que acredito que tudo sabe,
digo que são nobres minhas vontades...
Beijo o chão do altar para ocultar
as vaidades.
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Autor:
Francisco Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 30 de julho de 2026 22:18
- Comentário do autor sobre o poema: Vendo um colega orar, numa mistura de materialismo espiritual, achei engraçado como a fé, quando se materializa em discurso, às vezes é bem outra coisa.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4
- Em coleções: Silêncios.

Offline)
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