Roguei por tudo de que não precisava:
juventude para a carne que perece,
dinheiro para comprar felicidade,
amor para que fosse eu o validado.
No fundo, como se algo pudesse esconder
d'Aquele que acredito que tudo sabe,
digo que são nobres minhas vontades...
Beijo o chão do altar para ocultar
as vaidades.
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Autor:
Francisco Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 30 de julho de 2026 22:18
- Comentário do autor sobre o poema: Vendo um colega orar, numa mistura de materialismo espiritual, achei engraçado como a fé, quando se materializa em discurso, às vezes é bem outra coisa.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 22
- Em coleções: Silêncios.

Offline)
Comentários2
Interessante... meu pai é católico, daqueles que vão até em missa... hehe.
Ficou bem bonito teu poema...
Obrigado pela leitura, Ayalah
É escrita de resto de dia.
Eita, quanta simplicidade.
Bravos, Mestre poeta das Goianas.
Parabéns, ficou uma tijolada no egoísmo.
Abraços.
JCOSTA.
Meu velho tá aqui fazendo um tal de pergolado na chácara para botar uma santa, caprichos para minha mãe. Aí, meu amigo, é cada palavrão que vão lhe suspender a Eucaristia!
Abraços e obrigado pela leitura
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