Vivendo ao inferno translúcido
Não vivo nesse mundo de bolha
Sou jovem
E raro pela minha escolha.
Não me escondo por essa conveniência
Aturo toda penitência
A vida é uma querência
Morte a minha carência
Descrito pela vivência maldita
Céu verde
Réu que morde
Véu que perde
Me sinto uma alma sendo sufocada,
Impedida de respirar os sentimentos
Grandes tempos
Bate no relógio.
Pessoas vivem em mentiras,
Atirarei Contra o mais falso
Mais raso
Queima o maço,
Sou um forte existêncialista
Jovem raro caiu pra pista
Já escrevi minha lista de revolta
To de volta nessa luta contra o universo.
E tua promessa de me amar
Me prendeu numa realidade,
Onde eu não queria estar
Tento me salvar.
Me olho no espelho,esqueço o passado
O mal encarnado
Ou o bem revoltado?
Perguntas de procurado
E enquanto esse mundo ficar assim
Serei o mais revoltado
Pois assim é o belo partido,
Que eu quero seguir
É que enquanto o inferno existir
Vamos procurar alcançar o céu
Mais um dia de branco
Mais um jovem raro morto
Se segura no porto
Quebra o conto torto
Faça a sua força
E Grite pelo seu desejo de potência.
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Autor:
Eri (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 30 de julho de 2026 19:56
- Comentário do autor sobre o poema: Sobre ser resistente e continuar em sua essência.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 1

Offline)
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