Não se gasta o tempo.
Vamos para onde se quiser.
Com ou não consetimento.
E ainda se pode dizer.
Viajei pela luz dos seus olhos.
Valiosas perolas que tão bem conheço.
Afoguei me na languidez dos seus lábios.
Perdendo me no emaranhado dos seus cabelos.
Donde minhas mãos nunca puderam afagar.
Naufraguei na maciez de sua pele.
Onde aliciei toda minha timidez.
Quisera nunca mais desse nevoeiro me apartar.
Assola minha alma.
Levando me por caminhos sem voltas.
Num sonho de autrora.
Que passa.
Sem nem ao menos nos avisar.
Por isso que sonhar.
As vezes.
Vale mais que viver.
Apegaua.
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 27 de julho de 2026 16:06
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 8
- Usuários favoritos deste poema: Francisco Queiroz

Offline)
Comentários1
E agora que o Apegaua voltou o que foi feito do JC? E voltou mais apaixonado do que nunca, ficou linda a poesia. Abraço meu amigo, Apegaua
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