No alto do calvário, levantado para todo o mundo
Teu sangue escorre, junto com água e ignomínia
O mundo pensa que venceu, mas sempre estivestes acima de tudo e todos
Pesada é a cruz, mas eu quero carregar, eu quero muito carregar
Faça o meu coração chorar, arrependido pelos pecados
Me faça submergir, me faça sair, deixar tudo para trás
Que a luz eterna nos ilumine, os guie para a eternidade
Me chame de louco, me chame de insano, não preciso que ninguém entenda
Nunca fui merecedor de nenhuma graça tua
Oh, meu Pai, meu Senhor, Cristo no alto dos céus
Tende piedade da nossa alma, desvia a tua cólera, perdoe as nossas atitudes
Que transpasse a espada no meu peito, mas não me condene para longe de ti
Que a luz eterna nos guie, no alto do sol, aquele que nunca deixará de brilhar
Aquele que está acima de todas as nações, que eu deixe de existir, que tu exista em mim
Entrego o meu nada, pois nada sou, nada serei sem ti
Vem buscar a tua ovelha perdida, limpando toda a minha sujeira
Oh, homens de pouca fé, ainda não entendeste?
Ele diz "eu sou", se Deus é por nós, quem será contra nós?
Senhor, perdoa-me, eu estive fugindo de toda a dor, buscando o prazer miserável desta vida fugaz
Pesada é a tua cruz, pesada é a tua cruz, mas, eu quero carregar, pois prefiro estar morto do que renegar a ti...
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Autor:
Marsh (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 23 de julho de 2026 11:54
- Comentário do autor sobre o poema: Que eu diminua e que ele cresça, que a luz eterna nos guie e encontre a paz, amém.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2
- Usuários favoritos deste poema: LF Text
- Em coleções: Culpa, Melhores poemas, Serenos.

Offline)
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