Ali,
a força era simples:
respirar, ceder.
Voltar.
Os amigos sabiam seu peso.
Conheciam o ritmo do seu cansaço,
do sorriso depois da raspagem,
da luta encerrada com abraço.
A vida não parecia
ter o exato formato
de um crânio.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 21 de julho de 2026 08:15
- Comentário do autor sobre o poema: Passado - J.P. - 2/12
- Categoria: Conto
- Visualizações: 2

Offline)
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