Ela parecia inofensiva,
mas já estava me dominando,
se alastrando na minha mente;
nas madrugadas, perdia o sono.
Chegou tão sorrateira,
e, por isso, não percebi.
Na minha mente, fez colheita
do que já tinha plantado
dentro de mim.
mas já estava me dominando,
se alastrando na minha mente;
nas madrugadas, perdia o sono.
Chegou tão sorrateira,
e, por isso, não percebi.
Na minha mente, fez colheita
do que já tinha plantado
dentro de mim.
-
Autor:
Luiza Castro (
Offline) - Publicado: 20 de julho de 2026 21:50
- Comentário do autor sobre o poema: Ninguém percebe quando ela entra. Aos poucos, ocupa cada canto da mente, rouba o sono e transforma pensamentos em paranoia. Quando enfim notamos sua presença, ela já nos domina.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.