Erro letal, pecado mortal e o meu Deus habitual
Um andar triste e solitário recai sobre mim
Errei de novo, mais um erro fatal, letal
Fatal não para minha vida, mas para minha alma ressentida
O relento bate forte e frio, caleja meus pés e minhas mãos
O meu Deus somente observa e me acalenta, Como sempre o fez
Mas perdido e triste me encontro, remoendo-me de medo e culpa
Minha arte - que tanto pinto em folha branca, porém com meu lápis grafite preto
Assim; jaz minha vida, a cor dos meus olhos e a tristeza do meu andar
Cinzento, preto e ao nada, assim como no branco, hei de estar.
O erro me alcançou e dele não consegui fugir
O chão, nele me derrapei novamente
E cego fiquei, pois a vergonha consumiu e meu corpo pagou o preço.
O ser humano é falho? Sim... Mas... eu? Bem... eu... Não queria ter falhado!
Ergui minhas espadas, minhas lutas e meu pesar
Ergui minha armadura e o meu pisar
Ergui minhas forças, para que no chão, mesmo caído, eu possa lutar
E o Meu Deus possa, assim, me levantar.
GabrielMaria
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Autor:
Biel (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 16 de julho de 2026 23:23
- Comentário do autor sobre o poema: Há pecados que cometemos - pecados esses - pelo qual imploramos ao nosso Deus salvador sua remissão e seu clamor. Mesmo com dor e vergonha, ele continua a me responder e a me levantar. (SALMO 51/SALMO 38.) Poema esse, o qual escrevo para a dor tentar aliviar e meus pecados perdoar.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2

Offline)
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