Gelo que corta
Minha voz cansada
Me impulsione a sentir
Não consigo ficar parada
Não olhe agora como se fosse o último olhar
Eu não posso aceitar que você vai embora
O tom está tão grave
As paredes se racham
Alimente da minha mente
Meu corpo vai em movimentos intensos
Segure essa taça e corra
Me prenda na floresta
Rosa negra se despedaça
No jardim branco sem vida
O chão misturado ao vermelho carmesim
Não posso me desfazer
Vou girando internamente
Para eternidade
-
Autor:
Leidilaine Poemas (
Offline) - Publicado: 13 de julho de 2026 23:22
- Categoria: Triste
- Visualizações: 1

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.