Tudo acontece na escuridão. Nela, as pessoas mudam, e eu posso, finalmente, ser apenas eu, onde não existem discriminações nem julgamentos.
No vazio, no nada, tudo pode, tudo existe. Ninguém enxerga. Apenas eu sei o que é, e como é. Eu sou eu.
Apenas na escuridão meu olhar não se perde, não preciso fingir; revelo a minha verdadeira face.
Ninguém pode me ver.
Apenas no breu posso ser eu mesma. Quando o dia nasce, um personagem é criado. Mas estou cansada de sempre me reinventar apenas para agradar.
Um grande sorriso, um brilho falso no olhar... E ninguém percebe.
( Célia Amaral)
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Autor:
Isabel das águas (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 13 de julho de 2026 00:51
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 40
- Usuários favoritos deste poema: Gino, Sinvaldo de Souza
- Em coleções: Ivy.

Offline)
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