Ando vago nesse espaço vazio,
na procura de um rumo,
a fim de não ser um vadio,
faço do horizonte o meu novo prumo.
Ando vasto, sem um vício,
nada além daquilo que seja insumo
de viver num mundo fictício,
aos mais belos sonhos que consumo.
Ando visto com o mesmo princípio
de usar a atenção como aprumo,
sendo o pensamento que me faz mancípio,
só quero viver a vida fora do resumo.
-
Autor:
Luigi Alves Bortoloto (
Offline) - Publicado: 11 de julho de 2026 20:11
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.