Um dia,
amanhece cinza.
Rastros de um mágoa,
que não compreendo.
Passam as horas,
o cinza arrefece,
mas há um amargo
à espereita.
Espera paciente
para escurecer o dia,
no momento em que
mais se precisa de luz.
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Autor:
Cecilia Merces Vaz Leandro (
Offline) - Publicado: 11 de julho de 2026 10:02
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5

Offline)
Comentários1
Que bonito! Um encontro inusitado a mágoa com o amargo em versos.
Abraços
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