A felicidade.
Não e ter e sim ser.
O que não tive.
O que não fui.
Comendo toda a poeira da estrada.
Quando procurei,
E não mais encontrei.
O que lá.
Já não mais estava.
Apegaua
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 10 de julho de 2026 16:52
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 52
- Usuários favoritos deste poema: Francisco Queiroz, Versos Discretos

Offline)
Comentários1
Bonita poesia, uma nostalgia...
Às vezes a gente a encontra no telhado,
com uma boa garrafa de vinho.
Um forte abraço, meu amigo,
e aguenta firme aí, o frio nunca vem de dentro,
em cada peito há uma fogueira.
Se em cada peito, existe uma fogueira, como menciona o mestre poeta.
Francisco Queiroz.
Por que, meu peito e um vazio, dando enface de um porto inseguro.
Que de cima de um telhado, segurando uma taça cheia de um bom vinho.
Como num terremoto, sinto nas mãos não o aquecimento da fogueira mencionada.
E sim, todo o corpo tremer.
Abraços amigos.
Apegaua
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