O bicho ancestral
vira combustível,
os mais recentes,
larvas dançam
no banquete de suas carcaças.
Não há pudor na podridão,
o esterco é o útero do mundo.
A morte alimenta a horta
e a vida brota
daquilo que fede —
todos viram comida.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 9 de julho de 2026 08:22
- Comentário do autor sobre o poema: Decomposição e vida, ligação direta e perene.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 17
- Usuários favoritos deste poema: Gino, Sinvaldo de Souza, Michel F.M.

Offline)
Comentários1
Top demais! Parabéns, poeta!
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