Fecho os olhos.
Janelas do infinito,
transponho o parapeito de sobras.
No bloco operatório de cores ausentes,
o criador.
Nas veias, éter;
anestesiado, o chão.
Parto no zeppelin babilónico,
volúpia pura de querer.
-
Autor:
ondavida amar (
Offline) - Publicado: 8 de julho de 2026 12:33
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.