Vermes,
não pedem licença.
A pele seca
e o osso cede.
A terra
é boca faminta
que mastiga o 'fim'.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 8 de julho de 2026 09:19
- Comentário do autor sobre o poema: Não vejo a morte como um encerramento, mas como um processo violento e necessário de limpeza. A "boca faminta" da terra não destrói por maldade; ela consome o que passou para abrir espaço e nutrir o que virá. É o 'Recomeço' que nasce da própria carne. Amanhã tem a segunda parte.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 3

Offline)
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