Ardente voz, clama o poeta a sua honrada:
“Quem me dera ser a musa que inspira
notas em poesias e a canção aviva!”
Mas a musa, fitando o vento, apaixonada:
“Pudesse eu fluir tal como a brisa dançava,
agarrar-se nas árvores de maneira suave;
ser totalmente livre, sem forma ou chave!”
Logo o vento, agitando o mar, contemplava:
“Pretendera eu ter uma vastidão sem fim,
surfar sob ondas rugindo longe de mim!”
Então o mar, admirando o poeta, desfaz:
“Ó, quão imensa guerra e paz singela
sua poesia!, sejam desejos ou mazelas,
quisera eu ser um poeta tão voraz!”
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Autor:
Isaac Aschenberger (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 1 de julho de 2026 19:43
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4

Offline)
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