Os dias voam como pássaros
Chuvas descem como lágrimas
Raios rompem o céu em fúria
E trovões rugem ecoando desespero.
No universo interno
o mundo não brilha,
mas já brilhou um dia.
A felicidade não existe
mas existiu um dia
Seu eu não vive,
nunca entendeu a própria vida.
Porém o tempo não para,
e a vida ao redor segue indiferente.
Você no mesmo lugar de ontem,
A cama o engole e os cobertores sufocam,
Mas o quarto permanece intacto,
nada se move além das cortinas
E nada mudou, só as estrelas viraram dia.
O nascer do sol e mais um amanhecer
Esclarecendo que o mundo não para
quando a mente dá uma pausa.
Continuou a ser ele mesmo,
menos você.
-
Autor:
Nicolle Kini (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 29 de junho de 2026 15:07
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.