Sobre o sono, cruz'(`) noite na chuva –
E apenas através(!) de instantes sob os candeiais, . .
Secas apenas pelos astros,
E agora ainda impregnadas de fumo,
Encantatoriamente,
No reflexo da prata((tee) mi-i-íris de silêncio. . .)
Regressa por entre as memórias, . .
(E tão cálidas assim: vigorosas, densas, plenas, de vida (ah!) nos toques. . .
De mais uma poderosa fábula
. . . ali de um pequeno príncipe, . . e que árias seriam aquelas. . .)
E por meio desta,
Agora até à vesper tostada em doçura,
Ao encontro dos meus passos. . .
Fala a donzela!
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Autor:
Lav Atanasijin (
Offline) - Publicado: 29 de junho de 2026 14:28
- Categoria: Não classificado
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