a poeta rasga
o ar parado —
com um beijo.
coração azedo.
a bruxa mente
ao vento.
sua voz é um nó
entre gelo e sede.
peito que bate
contra o tempo,
cabelo preto
que o vento castiga
e afaga.
beleza maldita,
e ela sabe...
fica, não responde —
e é só isso.
a bruxa e a poeta
de Ayalah Verônica Berg
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Autor:
Ayalah Berg (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 26 de junho de 2026 18:04
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 15

Offline)
Comentários2
Restou apenas a constatação fria do mistério e da incompletude.
Muito bom, poeta!
Obrigada pela leitura.
SERGIO NEVES - ...nessa tua toda muito interessante dualidade eu sou mais a poeta... /// Carinhos a ti.
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