ONDE PENSA QUE VAI?
Onde pensa que vai?
Não sei! Vou simplesmente
Devagar e com largas passadas
Piso nos paralelepípedos
Atravesso antigas ruas
Vejo casas frias e silenciosas
Que repousam no século passado
Guardam lembranças bolorentas
De habitantes que partiram
Atravesso jardins mal cuidados
Sigo estradas de terra batida
Penetro em florestas escuras
Sílfides dançam majestosamente
Entre flores brancas e silvestres
Sinto no ar a presença das brisas
Que brincam em meus cabelos
Escuto uivos longínquos de lobos
Cantos de pássaros multicor
Sou parte dessa natureza viva
É aqui o meu lugar de repouso.
(Leide Freitas )
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Autor:
LEIDE FREITAS (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 25 de junho de 2026 23:58
- Categoria: Surrealista
- Visualizações: 10
- Usuários favoritos deste poema: Francisco Queiroz, Shmuel
- Em coleções: SURREALISTAS.

Offline)
Comentários2
Ficou excelente o ritmo do poema, nos embala nessa trajetória mágica...
Parabéns, Poetisa
Abraço
Caro Francisco Queiroz
Obrigada por tua leitura e gentil comentário e por favoritar meu poema.
Boa noite e excelente fim de semana.
Nobre poeta, não se trata de um destino, mas sim do ato de caminhar.
Adorei!
Caro poeta Shmuel
Obrigada por tua leitura e gentil comentário e por favoritar meu poema.
Boa noite e excelente fim de semana.
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