O amor é de infinita definição; ou sem.
Bem, é um paradoxal; e o poeta tenta.
Lamenta sua insistência; mas sempre vem.
Tem cada conceito que quase se arrebenta.
Inventa: amor é sujeito simples, vai além;
Porém, composto e plural em tudo que ostenta.
E sustenta a alma em interrogações também.
Ninguém permanece ileso; só aparenta.
Venta pós vírgula, e o ponto, se lhe convém.
Alguém silencioso de voz barulhenta.
Afugenta todo mal; dele faz desdém.
Refém da saudade. só sente, nem comenta.
Senta na varanda à espera de alguém.
É trem veloz em oxítona que acalenta.
Raquel Ordones #ordonismo #raqueleie
estado incontido
amor: carrega seu mérito
Saudade: pretérito
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Autor:
Raquel Ordones (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 25 de junho de 2026 20:49
- Categoria: Surrealista
- Visualizações: 7

Offline)
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