Pele

Mário Francisco Pugens Bressan

Teu corpo exalava calor de rua
depois da chuva.

Eu rompi o silêncio
acendendo um cigarro no vento.

Lá fora,
as casas noturnas ardiam acesas.

Mas no quarto
a noite transpirava
devagar na nossa pele.

Comentários +

Comentários1

  • Francisco Queiroz

    Mário, que cena memorável vc descreveu, poderia estar dentro de qualquer grande livro de romance. Parabéns!

    Abraço

    • Mário Francisco Pugens Bressan

      Obrigado, Francisco! Escrevi este poema especificamente para uma amiga atriz declamar. Abraço!

      • Francisco Queiroz

        Tenho certeza que será muito bem recebido...



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