Teu corpo exalava calor de rua
depois da chuva.
Eu rompi o silêncio
acendendo um cigarro no vento.
Lá fora,
as casas noturnas ardiam acesas.
Mas no quarto
a noite transpirava
devagar na nossa pele.
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Autor:
Mário Francisco Pugens Bressan (
Offline) - Publicado: 23 de junho de 2026 00:43
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2
- Usuários favoritos deste poema: Francisco Queiroz

Offline)
Comentários1
Mário, que cena memorável vc descreveu, poderia estar dentro de qualquer grande livro de romance. Parabéns!
Abraço
Obrigado, Francisco! Escrevi este poema especificamente para uma amiga atriz declamar. Abraço!
Tenho certeza que será muito bem recebido...
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